BEDA #26 – As ruivas da minha adolescência e fase adulta

Olá pessoas!

FINALMENTE! Anos depois daquela enxurrada de ruivas com as quais me deparei na infância (se ainda não viu, veja a primeira parte dessa série aqui) mais ruivas cruzaram meu caminho nas minhas influências nerdísticas. E lá vão elas:

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Lily Evans (série de livros “Harry Potter” – 1997 a 2007)

Apesar de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” ter sido lançado em 1997, sua versão em português  foi lançada em 2000. Na época eu tinha 14 anos e comprei o livro sem muitas pretensões. Mas fui positivamente surpreendida pela história e principalmente por Lily Evans. Se eu tivesse que escolher uma ruiva da família Weasley, seria Molly Weasley. Mas sempre tive simpatia por Lily e o sacrifício que ela fez para proteger o filho, um dos eventos mais importantes tratados pela história. No entanto enquanto sabemos muitas informações sobre James (Tiago) Potter (inclusive que ele era um babaca na maior parte do tempo), pouco se sabe sobre Lily. Até finalmente “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ser lançado, contando mais sobre a vida de Lilly, e finalmente “Harry Potter e as Relíquias da Morte”. Lily era nascida trouxa com uma irmã que invejava seus talentos mágicos. Excelente aluna, principalmente em poções. E depois de saber de sua amizade com Snape passei a admirar mais ainda a moça (falo sobre os dois aqui).

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Mara Jade (universo expandido Star Wars – Heir to the Empire, 1991)

Quando pequena, depois de assistir o  Episódio VI – O Retorno de Jedi, fiquei pensando: a Léia vai ficar com o Han, e o Luke vai ficar para titio jedi que nem o Obi-Wan (será? E a Rey, será que é prole ou não é?) . Anos depois veio minha resposta, do Universo Expandido. Mara Jade surge como uma personagem no primeiro volume da trilogia Thraw. Apresentada inicialmente como contrabandista, Mara sabe usar a Força e tinha como missão assassinar Luke Skywalker. É relatado que Mara Jade está até entre as dançarinas de Jabba, no Retorno de Jedi. Bom, após muitas tretas, a Mão do Imperador não assassina Luke, casa com ele e dá à luz a Ben Skywalker (Ben Skywalker, não Solo, veja bem). Junto com Luke, funda a New Jedi Order. Claro que pra ser muié do Luke tinha que ter um pinguinho de lado negro, né? Auehauheaha. Quero muito ver essa ruiva badass nos próximos filmes, mas não tenho muitas esperanças…

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Florence Welch (Florence and The Machine, 2007-atual)

Se quando pequena eu amava Shirley Manson, agora adulta me apaixonei pela forma como essa mulher canta. Legal que comecei a ouvir Florence+The Machine por indicação da minha mãe, que assistiu um show dela pela televisão e disse: ouve, porque a forma que essa mulher brinca com a voz e seu domínio de são uma coisa absurda. Sabe como é, conselho de mãe a gente segue. E eu me viciei no Between Two Lungs  e no Cerimonials (e agora no How Big, How Blue, How Beautiful). Sem falar que a moça é muito estilosa. Fico na dúvida de tantas músicas que eu indicaria para ouvir, mas gosto muito de Rabbit Heart, Howl, Drumming Song, Only for a Night, No Light, No Light e Delilah, assim, só para começar. Fica o clip maluquinho de Rabbit Heart para vocês.

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Esther Blanchett (Trinity Blood, 2001 – light novel, 2004 – mangá, 2005- anime)

Trinity Blood é uma obra complicada de se falar, porque tem as light novels inacabadas, o mangá que nos deixa em agonia e o anime que aborda só um pedaço da história (um dia falo sobre o quanto detesto esses animes que fazem isso). Comecei a assistir o anime em 2009 e adorei de cara a personagem Esther Blanchett (e no mangá mais ainda). Criada em um orfanato em Istvan, ela aparece na história como uma noviça tentando se vingar da morte de sua mãe adotiva, bispo Laura. Nesse momento ela se alia ao padre Abel Nightroad. Depois desse episódio, ela vai até o Vaticano e torna-se uma agente da AX. Com o passar da história nós vamos descobrindo mais coisas sobre o seu passado (coisas que inclusive ela nem imagina). No anime ela tem uma personalidade calma e introvertida, no mangá ela é uma freira mais pé na porta e soco na cara. Droga, me deu vontade de ler e assistir tudo de novo.

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Melissandre de Asshai (Crônicas de Gelo e Fogo, 1998)

Melissandre faz sua primeira aparição no segundo volume da série, “A Fúria dos Reis”. Sacerdotisa do Senhor da Luz, R’hllor, surge para apoiar Stannis Baratheon como legítimo rei de Westeros. Melissandre acredita (ou acreditava, segundo a série) que Stannis era Azor Ahai renascido, o herói que lutou  durante a Longa Noite contra os Outros. A questão é que eu acho Melissandre uma das (tantas) personagens d’As Crônicas de Gelo e Fogo representadas  de forma rasa injustamente da série. O relacionamento dela com Stannis como amante não é assim tão evidente, assim como suas habilidades não se resumem a ficar seduzindo por aí. Melissandre é uma personagem complexa, inteligente e com seus defeitos também. Uma profetisa que às vezes não interpreta corretamente o que vê. E foi a única que levou a sério o pedido de ajuda da Muralha e reconheceu qual é a verdadeira ameaça em Westeros. Com as revelações dessa sexta temporada muito louca vamos ver o que será do futuro da Mel (medo, muito medo. Esperando Os Ventos do Inverno).

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Donna Noble (Doctor Who, 2006)

The Runaway Bride. Gosto tanto da Donna que já falei sobre ela aqui.  Donna aparece pela primeira vez no final de Doomsday e continua sua aventura com o 10th Doctor no especial de Natal The Runaway Bride. Depois de enfrentar uma alien-aranha-louca, perder o emprego e o noivo, Donna recusa o convite do Doctor para viajar com ele, mas diz que ele deve arranjar alguém para viajar porque “sometimes he needs someone to stop him from doing something terrible”. O primeiro dos valiosos conselhos de Donna. No início da quarta temporada da série nova, ela e o Doctor se encontram novamente investigando o mesmo mistério e ela passa a viajar com ele. Costumo dizer que Donna é algo entre uma irmã mais velha e uma melhor amiga para o Doctor, sempre funcionando como uma consciência e um freio de mão para o timelord (e de uma maneira nada delicada, hauehuahe). Aliás, já falei que ela é a mulher mais importante de toda a criação?

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Kushina Uzumaki (Naruto Shippuden, 2009)

A “Pimenta Vermelha Sanguinária” e última ruivinha a entrar no hall da fama. Depois de defender a tese, assisti todo Naruto e Naruto Shippuden e amei a personagem mãe de Naruto. Kushina era de outra vila ninja, Uzushiogakure. Ela foi criada para ser a segunda jinchuriki da Kyuubi, Kurama.  A personalidade expansiva e aloprada de Naruto, os tiques na fala,  e o desejo de se tornar Hokage foram herdados dela (e Naruto, assim como o Doctor, queria ser ruivo). Kushina, como um membro do clã Uzumaki,  possui grandes reservar de chakra. É capaz de gerar correntes de selamento de chakra que mantém a Kyuubi presa, além de possuir um selo em seu corpo (assim como Naruto) para reter o bichinho. Mas a gravidez fez com que o selo ficasse frágil e se rompesse (e Obito oportunistas fizeram bom uso disso). O que resultou no ataque da Kyuubi à vila de Konoha. Kushina e Minato, seu marido e quarto Hokage, se sacrificaram para salvar o filho. Essa lista está cheia de mães dedicadas, né?  Naruto a encontra ao controlar o chakra da Kyuubi.

É, acho que dessa vez acabou a lista de ruivas. Faltou alguém? Hehe, até amanhã!

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BEDA #25 -Desafio anime/Dia 11: Melhor Anime de Mecha

Olá pessoas, tudo bem? Vou ser bem sincera com vocês, não sou muito de assistir animes de mecha, não, hehe.

Minhas primeiras experiências foram com Transformers (que é meio nipônico, meio americano para vender bonequinho da Hasbro) e Macross (aquele da Lynn Minmay cantando, lembram?) mas eu era muito pequena quando assisti. Eu adorava assistir Transformers e amava o Bumblebee (o fusca). Até que resolveram matar o Optimus Prime.

Sério, eu me acabei chorando assistindo isso, foi uma merda coisa linda.

Quanto ao Macross, eu achava legal por ter uma premissa muito louca. Guerras, mechas, futuro apocalíptico e vamos ganhar a guerra na cantoria por meios alternativos, afinal, temos Lynn Minmay ao nosso lado! que Hatsune Miku o quê.

Mas eu estou me enrolando violentamente para falar do que realmente interessa que é meu anime de mecha favorito atualmente: Knights of Sidonia (qualquer trocadilho com aquela música do Muse é perfeitamente aceitável aqui).

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Descobri Knights of Sidonia meio que ao acaso: um anime original Netflix com duas temporadas de 12 episódios cada. O anime foi baseado no mangá de mesmo nome. Comecei assistindo sem muitas pretensões, mas acabei me surpreendendo. Aquela coisa de sempre, a Terra foi para o saco devido a alienígenas muito loucos chamados Gauna (os quais não se compreende quase nada ainda, tanto em relação à biologia como suas motivações). O que restou da espécie humana vive em estações espaciais (naves-colônias) com desenvolvimento de tecnologia avançada para a defesa do pouco que sobrou.

Ok, parece um engradado de clichês, certo? Nah. O bacana de Knights of Sidonia é a abordagem das modificações biológicas necessárias à sobrevivência de uma população tão reduzida (e com um índice alto de mortalidade, já que os pilotos morrem as pencas enfrentando os Gaunas). Transgenia para humanos serem capazes de realizar fotossíntese (e assim, diminuir a necessidade de produção de alimentos), clonagem, indivíduos assexuados (que podem escolher o gênero tardiamente conforme a escolha do parceiro) são temas corriqueiros em Sidonia. Tem mais coisas muito loucas mais aí vou dar spoiler e estragar a surpresa de vocês. Sem falar nos detalhes da cultura que se desenvolveu a partir de então, por esses sobreviventes e suas gerações seguintes.

Mas é claro que em meio à tanta pesquisa e tentativas de intervenção e controle do sistema coordenado por um monte de gente que pensa de formas diferentes, uma hora ia dar treta (e o desenvolvimento da história).

Se vocês ainda não ficaram curiosos para assistir (até porque eu conheço pouca gente que assistiu e queria conversar sobre, ahaha) dêem uma olhada na abertura da primeira temporada.

Até amanhã!

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BEDA #24 – Meta de leitura: Persuasão

Olá pessoas, tudo bem?

Ainda tem um pilha de livros para comentar por aqui. O de hoje, corresponde ao desafio do mês de Junho: leia um romance.

Inicialmente eu tinha escolhido “Os Filhos de Húrin”para ler. Ao concluir a leitura, percebi que minha escolha não poderia ter sido mais desastrosa, já que a obra trata-se de uma tragédia, aheuaheuhae.

Então, voltei-me para a amada pilha de livros da Jane Austen, e escolhi o Persuasão. Segue abaixo a sinopse marota do Skoob.

IMG_20160622_122602“Anne Elliot, a heroína de Persuasão, é uma nem tão jovem solteira que, seguindo os conselhos de uma amiga, dispensara, sete anos atrás, o belo e valoroso (porém sem título nobiliárquico e sem terras) Frederick Wentworth. No entanto, o futuro sentimental e financeiro de Anne não é muito promissor, e quando o destino a coloca frente a frente com Frederick, agora um distinto capitão da Marinha britânica, reflexões, conjunturas e arrependimentos são inevitáveis.
Concluído um ano antes da morte de Jane Austen e publicado postumamente, seu último romance, que contém fortes elementos autobiográficos, aborda o risco de se dar conselhos – e de se segui-los. Com toda graça, humor, leveza, ironia e ousadia de estilo de suas obras mais conhecidas, Persuasão, originalmente publicado em 1818 num mesmo volume com A abadia de Northanger, é uma bela despedida daquela que pintou a vida e as agruras femininas em uma sociedade patriarcal como nunca antes e nunca depois.”

Tem como amar cada vez mais essa mulher? Tem como? Se eu adorei “Razão e Sentimento”, posso dizer com toda a segurança que consegui amar ainda mais “Persuasão” (eu sei, eu sei, são opiniões completamente parciais sobre uma entusiasta da obra de Miss Austen).

Dessa vez Anne Elliot, a protagonista de “Persuasão”, apesar de ter duas irmãs não possui o apoio e companheirismo dos quais Elinor, em “Razão e Sentimento”, e Elizabeth, em “Orgulho e Preconceito”, tanto usufruíram.

Anne é a filha do meio. E desacreditada, sob muitos aspectos. Elizabeth, a filha mais velha só pensa em si e em aparências, grande apreciadora de bajulações. Mary a filha mais nova, casa-se antes de todas as irmãs, com um pretendente rejeitado anteriormente por Anne e, só sabe reclamar o livro inteiro. Se em “Orgulho e Preconceito” temos a incansável e igualmente irritante Sra. Bennet, em “Persuasão”temos o pai de Anne, Sir Walter Elliot, que em muito a supera em superficialidade e potencial para irritar o leitor.

Por fim temos Lady Russell, pivô do conflito inicial da história. Lady Russell persuadiu (RÁ!) Anne aos 19 anos, a deixar de se casar com Frederick Wentworth, por quem estava apaixonada, basicamente porque ele não tinha onde cair morto e amor não enche o prato.#prontofalei

Aí vocês me dirão: bah, mas essa Anne é uma influenciável e tal. Bom, primeiro que dona Anne tinha a auto-estima de um rodapé (felizmente isso vai melhorando ao decorrer do livro). Depois tem aquela família maravilhosa (sim, bazinga) a apoiando (-sqn). E casamento era uma das poucas alternativas de sustento de uma mulher naquela época (sim, triste, também acho). Somado a isso, a mãe de Anne havia falecido, ficando a Lady Russell com a responsabilidade de protege-la e orienta-la. E aí a m**** estava feita.

Agora Anne está com 27 anos, uma velha solteirona para os padrões da época (e para aquela sua tia que sempre pergunta e os namoradinhos?). E Frederick está de volta. Capitão da Marinha, em busca de um casamento. Então, devido a amigos em comum (irmã, cunhado, irmãs do cunhado, papagaio,periquitos…) acontece aquele encontro constrangido com o ex e a convivência forçada subsequente.  E a história começa a se desenvolver com situações por vezes engraçadas e diálogos muito bons. Anne e sua postura blasé nos cativam, perante aos diversos eventos inusitados e mal entendidos.

Recomendo “Persuasão” para quem quer ler um romance que saia do lugar comum, daquele início dos pombinhos apaixonados e tal.

Boa leitura e até amanhã!

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BEDA #23 – Playlist da Zuêra

Porque a zuêra não pode parar!

Olá pessoas, sinceramente ainda não cheguei a uma conclusão de que dia colocar a bendita da playlist no ar. Mas assim fica bacana, fica caótico, fica imprevisível e me gusta.

Tem dia que the zuera never ends, e essa é uma playlist para um dia assim.😉

 

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GUITAR!!

É isso aí, let’s go, galere. Inté amanhã!

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BEDA #22 -Desafio anime/Dia 10: Melhor Anime de Luta

Olá pessoas, tudo bem? Hoje temos mais um episódio do Desafio Anime com uma tarefa muito cruel: escolher o melhor anime de luta.

Mas por que esse drama todo, vocês pensam. É que:

  • animes de luta são muuuuuuito bons;
  • mas lutas extensas demais são um pé no saco.

E aí, como fica?

A primeira opção que me vem à mente é Cavaleiros do Zodíaco, por motivos óbvios. Minha memória afetiva é muito atrelada ao primeiro anime que assisti. As batalhas tinham sangue e coração do amiguinho sendo arrancado, junto com os golpes fantasma de Fênix, auheuaheuhaue. Sério, muito bom, precisava assistir isso tudo de novo. Mas aí vem aquelas lutas intermináveis e me desanimam. Aí vem o Lost Canvas e o Soul of Gold, com lutas mais enxutas e sanam meus problemas.

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Manigold nada sutil como sempre.
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Bom rever essa turma aí em Soul of Gold.

Dos animes “mais atuais”, também temos Naruto e Bleach. Os dois animes tem cenas de batalhas ótimas, mas com aquele fator 750 episódios envolvidos que levam ao desânimo.  Ã medida em que a Kyuubi aparece, as lutas de Naruto tornam-se mais interessantes. A quantidade de jutsus muito loucos envolvidos também colabora. Sem falar, é claro, em todas as lutas envolvendo Rock Lee. E as lutas “use sua massa cinzenta”, como as do Shikamaru. E Itachi, como sempre, sambando na cara da sociedade e do Sasuke.

Bleach tem uma questão de apelância muito grande em relação às Shikais e Bankais, e dada a quantidade de personagens tem uma diversidade absurda de coisas que ainda queremos  ver (tipo a Bankai de todo mundo, ahauhauhauha). Às vezes me torra a paciência o fato de o Ichigo ter TODAS as características possíveis para aumentar a sua apetência (ohhhh, ele é um humano que suga quase todas as habilidades de uma shinigami; ohhhhh a shikai dele é uma pexera; olha, ele é meio Shinigami, meio Hollow, meio Fullbringer, meio Quincy e meio confuso). O que eu quero dizer é: o que diabos foi aquela luta contra o Ulquiorra? Enfim. Bleach tem batalhas muito joinhas.

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Coisa linda de se ver, essa família unida.
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Lembram do que eu falei sobre apelância?

Mas assim, anime que me deu gosto de assistir as lutas, mais recentemente, foi Hunter x Hunter. O anime todo foi feito com a premissa de lutas bacanas (e nem estou falando do exame hunter). A Torre Celestial, York Shin, Greed Island, Chimera Ants…todos renderam batalhas ótimas. O Gon que me desculpe, mas a maioria delas graças a esses dois desequilibrados aí embaixo.

Obrigada por existirem, seus pirados!

E até amanhã!

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BEDA #21 – 11˚ Anime Buzz e 5˚Festival do Japão

Olá pessoas, tudo bem?

Esse final de semana (dias 20 e 21 de agosto) tiveram dois eventos muito bacanas ocorrendo no mesmo espaço em Porto Alegre: o 11˚ Anime Buzz e 5˚Festival do Japão. Ambas edições ocorreram na Academia da Polícia Militar de Porto Alegre (Av. Coronel Aparício Borges, 2001 Bairro Partenon, Porto Alegre – RS). O bacana é que a entrada desses eventos é gratuita, com doação de 1 kg de alimento não perecível. E o espaço da Academia é muito bom para um evento desses (sou suspeita para falar, já que estudei lá). E sim, tinham pokestops😉

Sábado estava uma meleca chuvosa aqui em Poa e resolvemos ir no domingo.

Entre as atrações do Festival do Japão estavam karaokê, dança, artes marciais, tambor japonês e musica popular japonesa. No domingo, assistimos a apresentação de aikido e também visitamos os estandes com  artigos orientais, cosplays e yukatas *_* A praça de alimentação estava bombando e eu fiquei severamente arrependida de não ter ficado na fila para pegar os tickets para comprar. Um turbilhão de temakis, lamen, gyoza e tudo o mais, nham!

As atrações do Anime Buzz estavam dentro do ginásio.  Entre elas teve Animekê, apresentação de dança j-pop, show de bandas tocando temas de anime (nós assistimos ao da Onigattai) e o clássico concurso cosplay. Lá dentro também estavam os estandes de lojas, espaço para card games e tudo o mais.

Pena que essa pessoa está velha  tem ouvidos caninos e ficou bem perturbada com o som alto reverberando dentro do ginásio e tinha que sair de vez em quando para os ouvidos entrarem nos eixos. Mas lá fora tinham os amigues cosplayers para interagir !

Também temos representantes de League of Legends.

E as representantes da DC comics.

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Pessoal do Undertale resolveu se encontrar por lá também

E quem, quem mais eu poderia encontrar por lá?

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Dollynho, o seu amiguinho, é claro!

Mas eles não podiam ficar para trás… Tinham que vir me assombrar em Porto Alegre.

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Siga em frente, olhe para o lado…

Claro que não poderiam faltar as compras né? Ui consumista.

Agora sim dá para sair coletando  capturando Pokemons no estilo.

Até amanhã!

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BEDA #20 – TAG: Doctor Who?

Olá pessoas! Estava faltando uma tag sobre Doctor Who por aqui, não é mesmo? Vi essa aqui respondida pela Clayci, no Sai da Minha Lente, tag criada pela Taís, do Brainstorms.  Então lá vai:

1- Qual o seu Doctor favorito?

O Décimo. Não tem como não ser cativada pelo Doutor nerd e aloprado do David Tennant, carinhosamente apelidado aqui em casa como Doutor Ratinho (O Nono é o Doutor Orelhas e o Décimo Primeiro, Doutor Queixinho). Mas assim, Capaldão balançou meu coração. Muito.

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2- Qual a acompanhante favorita?

Perguntinha difícil essa. Mas é a Donna Noble. Donna é imprevisível. Primeiro não quis ir viajar com o Doctor de cara. Depois ela mesma começa a investigar os eventos estranhos ao seu redor. Ela é inteligente, bem humorada e acabou se tornando a melhor amiga do Tenth. Mas outros companions moram no meu coração, como Rose Tyler e Rory.

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3- Episódio (s) memorável (eis):

The End of The World” (festa estranha com gente esquisita tocando Tainted Love e nosso primeiro encontro com Cassandra), “The Empty Child“e “The Doctor Dances” (Are you my mummy? e Jack Harkness), “The Impossible Planet“e “The Satan’s Pit” (tem Oods e tem o coisa ruim tamanho litro, como lidar?),  quase todos da quarta temporada, com destaque para “Silence in Library“e “Forest of the Dead” (onde conhecemos River Song), Midnight (um dos melhores episódios de terror), o fantástico “The Waters of Mars“(onde nós vemos o que acontece quando nosso Doctor perde a linha – sim, eu curto o time lord victorious), “A Good Man Goes to War” (e a batalha de Demon’s Run), “Mummy in the Orient Express” (ótima reconciliação/investigação de Twelfth e Clara), “Heaven Sent” e “Hell Bent” (tem Clara, Ashildr e tretas).

4- Um episódio que te fez chorar

Que eu me acabei chorando assistindo Doomsday não é nenhuma novidade (aliás, acho que poucas pessoas conseguiram passar incólumes por aquele episódio). Agora, Journey’s End foi um chute nas tripas. Como se não fosse suficiente deixar o Meta Crisis Doctor lá com a Rose, virar as costas e ir embora, ainda ter que remover as memórias da Donna sobre o tempo em que ela viajou com o Doctor foi demais. Adeus Doctor Donna.

5- Os 3 melhores monstros que já apareceram na série

Daleks (porque eles são demais),  Vashta Nerada (porque são carnívoros e não tem como fugir), e os Oods do Mal (mas só os do mal, os outros são bonzinhos). Posso citar silurianos revoltados também? E qualquer coisa que envolva árvores de Natal revoltadas.

6- Um momento em que achou que o Doctor não ia escapar MESMO

Sou otimista demais. O Doutor sempre escapa.

7- Qual o episódio de especial de Natal que mais gostou?

Episódio de Natal é uma coisa que nos faz criar muita expectativa, não é? Durante muito tempo foi o “The Runaway Bride”. Mas agora sem dúvidas é o “The Husbands of River Song”. Eu finalmente pude ver as Singing Towers em Darillium.🙂

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8- Caso tivesse que escolher, você seria um: Dalek ou Cyberman?

EX-TER-MI-NA-TE!! Prefiro o histérico way of life dos Daleks. Cybermens me deixam muito muito deprimida.

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9-Qual te dá mais medo: Weeping Angels ou Silence?

Vão me matar se eu disser que a pergunta certa é qual dos dois me dão mais sono? Não gosto de nenhuma dessas moffatices aí. Sei lá, mesmo vilões precisam de um pouco de carisma e acho esses dois desprovidos disso.

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10- Para que lugar iria com a Tardis?Aqui mesmo na Terra, a pergunta seria quando. Eu ia voltar no tempo para ver espécies ancestrais de insetos e outras coisinhas lindas, observar e entender in loco a evolução acontecendo *_*

11- Uma frase favorita:

“You want weapons? We’re in a library! Books! The best weapons in the world!”

12- Qual seria seu outfit de Doctor?

Acho que a roupa de todo dia mesmo: uma calça jeans, uma camiseta de algodão divertida e os allstars amaciados de sempre, bons para correr (atividade corriqueira no dia-a-dia de um timelord). Talvez usasse uma camisa de bolinhas, como o Décimo Segundo. Gosto de bolinhas.

13- Já assistiu à algum spin off de Doctor? Se sim, o que achou?

Não, mas preciso assistir Torchwood, por motivos de Jack Harkness.

O que é Doctor Who para você?

A melhor série de ficção científica que eu já vi.😀

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BEDA #19 – Eat Your Kimchi

Olá pessoas, tudo bem?

Imaginem a seguinte situação: vocês são um jovem casal apaixonado canadense de professores de inglês, procurando empregos para se estabelecer e acabam se mudando para a…Coréia do Sul. Lá por 2008.

A família de vocês acha tudo muito exótico e vocês começam a gravar vídeos para mostrar o local onde vocês moram. Mas a empreitada de vídeos vai crescendo e tomando proporções absurdas. Com o passar do tempo vocês deixam as aulas de inglês de lado, e passam a se dedicar integralmente aos vídeos.

Essa é a história de Simon e Martina, do canal Eat Your Kimchi.

Descobri o canal deles ao acaso, procurando vídeos sobre Coréia do Sul. E não consegui mais parar de assistir. Eles mostram muitas coisas bacanas sobre o país (inclusive comentando vídeos de K-Pop) de uma forma muito divertida. E mostrando muita comida também😀

 

Depois de quase 8 anos morando na Coréia do Sul, Simon e Martina se mudaram para o Japão, e agora fazem  vídeos sobre a cultura  e o dia a dia por lá. Como esse:

E esse:

E se nada disso convenceu vocês a assisti-los, vejam pelo menos esse vídeo comemorativo de 1 milhão de seguidores:

Então vamos lá:

Eat Your Kimchi (o canal principal)

Simon and Martina Bonus (extras das gravações) 

Open the Happy (coisas aleatórias como tutoriais de maquiagem e vídeos dos animais de estimação deles  – o cão Spudgy e o gato Mr. Meemersworth).

Drink your Potions (com gameplay dos amigues)

Facebook  e Instagram

Até amanhã (ou hoje mesmo😛 )!

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BEDA #18 – Warning: Science in progress

Você sabe que horas são?

É a hora da avent….de submeter o projeto!

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O deadline é amanhã e as coisas estão insaaaaanas por aqui. E  por isso hoje não vai ter post bacana, mas é por uma boa causa. Sexta voltaremos com a programação normal😉

Afinal, se nada der certo…

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Até amanhã!

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BEDA #17 – Sobre a tese, Gandalf e Moria

Sempre quando pensava em defender a tese eu mentalizava “desembainhar a espada e enfrentar o dragão, desembainhar a espada e enfrentar o dragão, desembainhar a espada…”.

Assim como para qualquer adversidade da vida. Pensava na tese como Smaug, e eu, como Bilbo, argumentaria da melhor possível com o grande dragão.

Depois que terminou o dia da defesa, e apesar de ter uma arguição, cheguei a conclusão que aquilo tudo tinha muito mais a ver com Moria do que com qualquer outra coisa.

Gandalf faz de tudo para evitar a ida à Moria, porque sabia o que precisava enfrentar. No entanto, sabia que seu esforço em evitar seu destino de enfrentar o Balrog, um dos vestígios da Primeira Era,  era vão. Apesar de convencer os membros da Sociedade do anel a usar a passagem de Caradhras, ao invés de prosseguir por Moria, sua tentativa é desastrosa.

E assim é com a tese: vocês convivem por quatro anos, sabendo o tempo todo que um dia vai ter que entrega-la e defendê-la; e ainda assim insiste na negação.

Até que um dia a defesa é marcada. Tu começa a preparar e ensaiar a apresentação, mas continua negando. Não vai por os pés em Moria nem que os hobbits te arrastem. Não vai encarar aquele maldito maia corrompido te esperando.

Mas o dia da defesa chega e tu estás em frente ao Portão de Moria não há mais o que fazer. Tu diz “mellon” e entra.

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Aí vem a apresentação e as palavras saem automaticamente sem que tu reflita sobre elas. A arguição começa. E em algum momento tu pensas que vai levar uns vinte dias até tu te recuperares do Veneno de Durin. Mas em algum momento aquilo acaba. E tu retornas, renascido, portador de um título: “The White”.

Then darkness took me, and I strayed out of thought and time, and I wandered far on roads that I will not tell.“—Gandalf the White.

Mais ou menos isso.😛 Até amanhã.

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