Os posts mais lidos de 2016

Olá pessoas, tudo bem?

A gente mal se recuperou de 2016 e 2017 já está aí, bombando loucamente na nossa cara há dez dias. Uma das coisas mais bacanas que aconteceram por aqui é que o número de visitas do blog dobrou (aliás, mais que dobrou) em relação às postagens de 2015.

O que nos leva a outra coisa: esse foi um dos primeiros anos em que consegui postar todos os meses, wheeee \o/

Não foi exatamente com a frequência de um post por semana que eu gostaria, mas tudo bem. Estamos trabalhando nisso.

Um dos fatores que ajudaram a manter esse ritmo foi o BEDA. Postar durante todos os dias durante um mês inteiro foi um desafio e tanto, que desejo muito repetir em Abril ou Agosto desse ano.

Agora, vamos às postagens mais lidas de 2016:

Desafio Anime – Meu “crush” dos animesalém de aprender a definição do termo crush, vocês vão conhecer minha predileção por personagens cabeludos, ruivos e que gostam de botânica de um dos melhores animes ever.

Desafio Anime –Anime que tenho vergonha de gostaresse desafio anime rendeu, hein? E está longe de terminar. Dessa vez com aqueles animes em que não me sinto nada madura de admitir que gosto, mas também não tô nem aí dattebayo. 😛

Doctor Who e o desaparecimento das abelhas: vocês sabiam que as abelhas estão desaparecendo? E que Doctor Who já abordou esse assunto há algum tempo? Doctor também é divulgação científica 😉

13˚ Ribeirão Preto Anime Festeu adoro acompanhar eventos de anime e esse foi o último Anime Fest que fui em Ribeirão Preto antes de me mudar. Saudades.

O dia em que meu cabelo derreteuesse dia foi loko. Como nem sempre tudo dá certo na vida, fica o aviso de narrativa de desastres capilares. Spoiler: todos se salvam no final.

Blog Day 2016post lindo do Blog Day com resumão do BEDA e indicações de blogs que eu já acompanhava e adoro mais os lindões que acabei conhecendo durante Agosto.

RPG em famíliaum dos sucessos do BEDA. Inventei de mestrar RPG para os meus sobrinhos e vejam no que deu. Nota: virou uma campanha, se tiverem interesse narro por aqui 😉

Desafio Anime – Minha personagem favoritamais um da leva do Desafio Anime. Lista de algumas personagens pé na porta e soco na cara que eu gosto demais 😀

Cachinhos Coloridoso que é mais fofo que cachinhos? Cachinhos roxos! (ou azuis, depende da luz).

Ghost Love Score em três versõesentre Tarja, Anette e Floor, qual vocês preferem? Deixa eu ajudar a escolher com esse post.

Essa foi uma parte das aventuras de 2016. Até mais e que a Força esteja com vocês!

Os livros de 2016 e a Meta de Leitura de 2017

Olá pessoas, tudo bem?

Lembram da minha meta de leitura de 2016? Eu tinha como objetivo cumprir um desafio de leitura, do calendário de 2016 do Vitor Martins. Ela até começou bem, meio aos trancos e barrancos, mas estava progredindo até julho. Aí eu me mudei e a vida virou de cabeça para baixo, hehe. Acabou que tiveram muitos livros que não consegui chegar nem perto.

Coisas que aconteceram durante a meta de leitura esse ano.

  • Atrasos, muitos atrasos;
  • Começar a ler um livro e parar no meio porque não estava na pilha;
  • Comprar mais livros;
  • Estar em determinado tema do desafio e não ter o livro por perto (mudança);
  • Pegar livros emprestados.

Pois é, essa confusão pode ser mais ou menos resumida na foto abaixo.

Os lidos (verde), não lidos (vermelho) e os não terminados (amarelo).

Entre os livros que li este ano e estavam previstos, estão Eragon, O Ladrão de Raios, Persuasão, Os Filhos de Húrin e O Oceano no Fim do Caminho (sobre os dois últimos ainda não escrevi por aqui). Além desses, li também Razão e Sentimento, Dragões de Éter: Corações de Neve e Como Treinar Seu Dragão.

A verdade é que esse ano li bem menos do que gostaria. E acho que as metas de certa forma me prejudicaram. Às vezes, apesar do livro ser ótimo eu simplesmente não conseguia fazer a leitura prosseguir. Acontece. Esse ano eu estava bem mais pela fantasia e pelo romance (olá Jane Austen) do que por outros temas. Outra coisa foram as continuações: estava com vontade de ler coisas novas, então as continuações foram deixadas de lado.

Sabe as flechas amarelas da foto acima? São os livros que comecei a ler e parei na metade.  Foram muito livros abandonados e nem todos estão aí.

Para 2017 resolvi estabelecer uma meta mais plástica: terminar todas minhas leituras que estão pela metade. Livros maravilhosos, como “Entrevista com o Vampiro”, “O Messias de Duna” e “Uma Princesa de Marte”, que deixei de lado por motivos aleatórios a vida, o Universo e tudo o mais que te tira o foco, mas que merecem atenção.

A pilha desse ano ficou como abaixo. E se eu conseguir cumpri-la, vou adicionando mais leituras conforme der vontade. 😉

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Os dragões ao fundo e o tabuleiro de War são motivacionais.

Tomei a liberdade, é claro, de adicionar os livros emprestados (como “O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares” e o “Círculos de Chuva”) e alguns pockets, porque já passou minha fase de carregar livrão no ônibus/trem sou dessas.

E vocês, conseguiram ler muito esse ano? Ou não foi dessa vez? Até a próxima!

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Playlist “The K-Pop Strikes Back”

Olá pessoas, tudo bem?

Além de ter sido (e estar sendo) um ano pirado em diversos aspectos, 2016 ficará conhecido como o ano em que me viciei em k-dramas e k-pop.  Já perdi a conta do número de K-dramas que assisti esse ano, sem falar nos que vi mais de uma vez, para acompanhar minha mãe (é, viciei minha mãe também, especialmente em dramas históricos). Aliás, estou precisando fazer uma retrospectiva de k-dramas por aqui.

Com o K-pop não poderia ser diferente. À medida que o tempo passa vou conhecendo mais bandas e tendo minhas preferidas. Embora o 2NE1 tenha um lugar especial no meu coraçãozinho, tem espaço para mais coisas. Para quem começou ouvindo apenas PSY…

Falando em PSY, aprendi que aquela dancinha de “Gentleman“? Pois é, na verdade ela é das gurias do Brown Eyed Girls.

Muito mais legal né? E a atrasada aqui só foi descobrir isso em 2016, elelê.

Quanto à clipes preferidos, tem dois que eu gostaria de deixar aqui: o da música “Sentimental”, do WINNER; e a “Can’t help myself”, do Eric Nam.

(acho tudo muito fofo e divertido, me julguem 😛 )

Claro que eu não poderia deixar de disponibilizar mais uma playlist maneirinha* para ficar pipocando dentro de casa ou animando aquela faxina amiga sim, é o que farei assim que postar esse texto.

E faltou mais uma música nessa playlist, TT, do Twice. Mas eu não achei no Spotify, snif. Mas o clipe está aí embaixo.

Boa overdose de K-pop para vocês. Até mais!

*maneirinho/a é um adjetivo muito utilizado pelo sobrinho 02 que acabei adotando para a vida.

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“I will survive” ou “O Natal chegou”

(seria mais adequado I survived, mas deixa lá a licença poética).

Olá pessoas, tudo bem?

Novembro acabou e eu quase acabei sem fôlego também…passei uns dias em alpha ainda, ahueahehaueh.

Mas consegui juntar meus cacos para vir contar pra vocês uma coisa muito bacana: Eu venci o NaNoWriMo! Sim meus caros, escrever aqui que é bom nada, mas consegui escrever um manuscrito de 50 mil palavras esse mês.

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A felicidade no semblante da pessoa que acha que vai salvar Hyrule.

Percebam a zoeira do gráfico. Dos 30 dias de novembro, em 10 não consegui escrever. Basicamente tive que botar o coelho branco para funcionar e escrever pela minha vida. Como boa procrastinadora que sou (mentira, nem foi procrastinação, é que infelizmente a vida não é só escrever), adivinha que horas fui atingir a meta?

(Tá, foi às 23h52, mas eu não podia perder a piada. #desculpasousagitariobjs)

Sei que soará piegas, mas vou abrir meu coraçãozinho aqui. Depois de pesquisar e aprender/descobrir coisas novas, a coisa que eu mais amo na vida é escrever. Sim, criar estórias (ainda usam “estórias”?) amalucadas e nonsense nessa caixola. Acho que o primeiro livrinho que fiz devia ter um seis anos. Escrevi, fiz os desenhos, grampeei as folhas e fui bem feliz presentear minha mãe. Acho que crescer entre livros fez com que tivesse vontade de ter meus próprios. Depois com uns 11 anos comecei a escrever com mais frequência, e assim foi a adolescência toda (obrigada amigos que leram minhas bobagens naquela época e me incentivaram). Aí veio a vida adulta e vocês já sabem o resto.

O NaNoWriMo foi uma oportunidade de retomar esse hábito. De por livre e espancada pressão deixar a vergonha e a autocrítica de lado e botar essas ideias para fora. Além disso aprendi muito sobre meus hábitos de escrita, o que irá me ajudar no trabalho também. O livro terminou? Não, tem muito ainda a desenvolver. Está como eu quero? Não, tem que passar por uma boa edição. Mas descobrir que eu consigo fazer isso foi o melhor presente de Natal (olhinhos brilhando).

E falando em Natal, vai rolar Blogmas aqui?

Não sei. Já estamos no dia 3 e eu estou num esgotamento mental desgraçado, hauhauhuaha. Mas segundo a proposta do grupo fofo e lindo Se Organizar, Todo Mundo Bloga, não precisa postar todo dia, não precisa postar só sobre Natal, o que importa é a participação e o amô. Então vamos nessa, porque ainda estou com o espírito NaNoRebel.

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Para mim, o Natal já chegou. Afinal não é todo dia que se escreve um livro, não é mesmo?

Fiquem na boa companhia da diva Gloria Gaynor aí e até mais!

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Diário do NaNoWriMo 2 + Playlist Maneirinha

shield-nano-blue-brown-rgb-hires( Cthulhu fofo meramente chamativo e ilustrativo)

Olá pessoas! Tudo bem?

Eu pensei em fazer um diário semanal do NaNoWriMo, mas assim como quase tudo que eu entro em contato, o projeto criou tentáculos e começou a fugir de mim, huahauhauhaha.

Semana passada (dos dias 8 a 14) eu escrevi apenas em quatro dias. O que aconteceu? A vida aconteceu. Desde marido voltando de viagem, passando por ser madrinha de casamento e visitar os sobrinhos. Piscou e passou.

Ainda assim terminei a semana com 15284 palavras. Atrasada, mas tudo bem.  O problema foi a semana seguinte…Do dia 15 em diante teve feriado, visitas, trabalho em casa nos artigos e quando vi só escrevi dois dias da semana.

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A vida resumida em uma imagem.

Ainda assim, estou com 20042 palavras. Atrasada é apelido, mas tem que manter o otimismo (yay). Rumo aos 50k. Apesar desse atraso todo, agora é que a historia realmente se delimitou na cachola dessa que vos fala. Várias cenas importantes já foram escritas e consegui escrever uma timeline de tudo que ocorre (nesse volume, pelo menos). Feliz? Muito! 😀

E o que mais? Claro que não consegui sossegar nesses dias: comecei a ler o último volume de Dragões de Éter – Círculos de Chuva  e assisti em dois dias toda a temporada de The Expense, disponível no Netflix (e assim que der quero falar sobre os dois por aqui).

Das músicas que não tem saído da minha cabeça, o verme de ouvido da semana é Lost in the Twilight Hall, do Blind Guardian, que fala sobre o período após  Gandalf derrotar o Balrog em Moria e ressurgir como Gandalf, o Branco (sim, Gandalf é um dos meus personagens preferidos da vida e já falei sobre Moria, tese, o Universo e tudo mais aqui).

Mas como a vida não é feita só de power metal, vou deixar mais uma playlist aleatória aqui para aqueles momentos despretensiosos que tu queres dar uma desanuviada na cabeça e nas ideias (sim nanowrimo, ainda estamos falando de ti). Bom, pelo menos funciona bem para mim, hehe.

E fui porque o domingo não acabou, estou umas 12000 palavras atrasada e esse romance não vai se escrever sozinho, não é mesmo?

Até mais!

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Músicas inspiradoras para o NaNoWriMo

Olá pessoas, tudo bem?

Sigo nessa aventura de escrever um livro em um mês, chamada NaNoWriMo. E se tem uma coisa que gosto de fazer enquanto escrevo é ouvir música. É incrível como às vezes, apesar da música inicialmente não ter nada a ver com o que estou escrevendo, ela desencadeia novas idéias. Novos eventos, relacionamentos entre personagens, soluções para lacunas do enredo. Eu sei, é meio louco, mas é assim que minha colcha de retalhos de idéias funciona. 😉

Já tem até algumas playlists do NaNoWrimo no Spotify, mas não consegui me ajustar muito bem à elas. Apesar de minha história ser uma fantasia medieval (gênero que eu gosto bastante), minhas referências musicais são muito doidas ecléticas. Lá vai!

Muse

Poxa, Juliana, mas o que Muse tem a ver com fantasia medieval? Nada, a princípio. Mas as músicas do Muse são muito emocionais/ viscerais e tem uma boa fonte de referências para sentimentos aí (sim, sou sentimental/brega, mim julguem :P).  Sem falar que adoro as montagens das músicas com cenas de Star Wars, ahuhauhauhahua.

U2

U2 para mim é vida. É uma das primeiras bandas que comecei a gostar, lá na época que minha irmã se arrumava para ir pra balada com azamiga ao som de “Lemon”. De lá não parei mais de ouvir, me acompanhou durante a adolescência e até hoje.  Não teria como a banda irlandesa ficar fora da minha lista de músicas para ter foco (e “Until the End of the World” tem um dos meus solos preferidos da vida – além de descrever muito bem alguns de meus personagens).

Iron Maiden

Iron Maiden é uma banda contadora de histórias e a ouvindo minha imaginação rola solta.  Eu acabo imaginando cenários e cenários quando ouço. Algumas músicas tem um lugar especial no meu coração, como “22 Acacia Avenue” (que obviamente acabou virando um lugar) e “Hallowed by the name”. Mas tem muitas outras mais que me inspiram bastante.

Blind Guardian

É outra banda contadora de histórias para ficar imersa de vez no “mundo fantástico”.  Cada música do Blind que ouço passa um filme na minha cabeça.  Tenho ouvido mais o álbum “The Edge of Time”. “Ride into Obsession”, “This Will Never End” e “Wheel of Time” estão muito relacionadas ao mundo que estou construindo/criando, mas a música que me deu aquele insight de começar a viajar na maionese foi “Road of no Release”.

Florence+The Machine

Minha amiga ruiva entra naquela turminha de colaboradores de carga emocional, ahueahuehae. Como passar incólume depois de ouvir “Only for a Night”ou “No Light No Light”? Não tem como. Dessa vez estou ouvindo mais as versões do MTV Unplugged.

Within Temptation

Amo Within Temptation desde a época da “Ice Queen”quando caí de amores pelo vocal da Sharon Den Adel. O interessante é que de tantas músicas que já ouvi, nunca tinha dado a devida atenção à “Caged”, e essa musiquinha danada me fez ter uma ideia fantástica (e útil).

Essa é a minha playlist dessas lindezas no Spotify. 😀

 

Até mais! 😉

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Uma semana de NaNoWrimo

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Olá pessoas, tudo bem?

Hoje é o sétimo dia de NaNoWrimo nesse Novembro lindo e eu queria compartilhar com vocês como as coisas estão indo.

Se você ainda está lendo e não sabe do que se trata essa palavra bizarra, NaNoWrimo é um desafio em que tu usa um mês (no caso, Novembro) para escrever um livro (ou um rascunho de 50 000 palavras). Sem se preocupar em revisar, só escrever.

Dias antes…

A empolgação toma conta. Daqui a um mês terei um livro! <o> Fiz alguns esquemas com alguns eventos principais que sei que serão incluídos na história. Entro nos grupos do NaNoWrimo Brasil no Facebook e acompanho as novidades.

Dia 1

Finalmente começou. Aquela ansiedade. Tenho que cumprir a meta de 1667 palavras diárias (a média para alcançar as 50 mil). Acabo escrevendo 2000 palavras. “Oras, até que não é tão difícil assim”. Vamos ver amanhã.

Dia 2 

Passo o café com aquela enpolgação de quem vai começar a trabalhar. Percebo que as idéias fluem mais para mim no período vespertino. As idéias continuam de forma sequencial, para minha alegria. Termino em 1681 palavras.

Dia  3 

Começo a ler artigos sobre estratégias e dicas de escrita. A história trava em um ponto e salto para outro. Descubro-me uma “pantser” (descubro naquelas, porque já sei há eras que planejamento não é comigo). Até rolam umas Word Wars paralelas. 1704 palavras.

Dia 4

Laboratório e campo, cheguei em casa no final do dia moída. Tomei aquele banho feliz, me preparando para estalar os dedos na frente do computador e mandar ver. Cansaço. Aperto o cérebro daqui e dali, vem algumas coisas esparsas. umas 840 palavras. Apelo. Adiciono mais 500 palavras que havia escrito há um ano, mas ficaram ótimas. Torno-me uma NaNo Rebel.

Dias 5 e 6

Fui visitar a mãe e passar o final de semana com ela. Entre conversar com ela e minha irmã, ver filmes e ser babá dos sobrinhos…NaNo Who?

Dia 7

Aquele momento maroto em que tu te dá conta que está com 6774 palavras e deveria terminar a primeira semana com 11677, ou seja, preciso de 4893 palavras até às 23h59min de hoje, ahuahuahauhauhau.

Pânico. Será que dá para incluir as 370 palavras desse post? Me despeço de vocês e vou lá escrever. Até semana que vem (se eu durar até lá, haha).

 

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O dia em que meu cabelo derreteu

Olá pessoas! tudo bem?

Vocês já ouviram falar naquela história de que normalmente acidentes de laboratório (ou de trabalho) não acontecem com os iniciantes, mas com as pessoas que já estão naquela rotina de atividades há muito tempo?

Pois é.

Novato troca as luvas toda hora, desinfeta a bancada, não vira a pipeta na horizontal, trabalha com os cotovelos grudados no corpo, não respira em cima dos tubos. Aliás, não respira.

Com o passar do tempo tu vais ficando mais relaxado, tranquilo…e aí as chances de fazer m**** aumentam. Não estou dizendo que vão lamber a bancada com brometo de etídio (até porque ninguém quer tentáculos nascendo na ponta da língua), mas o excesso de confiança está associado a pequenos acidentes desde tempos idos (ohohohoh).

Certo, e o que isso tem a ver com o cabelo?

Bem, eu estava sem futucar na cor do cabelo desde janeiro (ou seja, uma eternidade). Eu tinha passado castanho e segui a vida. Em outubro o bichinho estava como abaixo (bicolor).

(destaque para a cortina de bolinhas)

A parte que já havia sido descolorida antes estava bem desbotada, aí pensei: “por que não remover o que sobrou da tinta, descolorir e passar tonalizante colorido de novo?”. Beleza, resolvi passar o Limpeza Cosmética, da Alta Moda (aquele que passei no cabelo da minha irmã nesse post aqui). Lembrando que ele não é só um removedor de tinta, ele possui pó clareador, emulsão reveladora e shampoo antiresíduo. Então ele funciona mais como um soap cap e sim, pode dar uma boa descolorida no cabelo virgem como vocês podem ver na foto abaixo.

De um modo geral, clareou bastante, mas ficou muito alaranjado para o que eu queria. Aí é que entra a historinha que citei no início.

Pinto o cabelo desde os 14. Faço descoloração há uns 4 anos pelo menos.  Mas sabemos que tem que ter todo um cuidado entre descolorações, hidratar, reconstruir, ter um bom intervalo entre as descolorações, mais cuidado com cabelo que já é tingido/descolorido, e assim por diante. Só que depois de tanto tempo fazendo isso sem ter problemas, acabei ficando descuidada.

Um dia depois “ah, o cabelo esta legal, vou descolorir”. Para isso usei o pó descolorante azul da Oikos e água oxigenada de 30 volumes, da Beauty Color.  Até aí tudo bem, passei a mistura em todo o cabelo e fiquei acompanhando a descoloração. Em 20 minutos, a raiz virgem (que estava amarelo ovo) ficou quase branca, assim como as pontinhas. Mas a parte rosada ainda estava escura, então pensei “vou esperar completar 30 minutos” ignorando completamente o fato de que meu cabelo estava MUITO quente. Depois de lavar a parte da raiz ficou num tom louro claríssimo lindo e a parte tingida ficou rosa chiclete.

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É isso mesmo que você está pensando.

Só que não foi só a cor, mas as características físicas do chiclete também. Eu estava penteando o cabelo e ele não parava de esticar e parecia que estava derretendo na minha mão. Com vocês: meu primeiro cabelo elástico e corte químico (sim, porque o querido começou a desmanchar na minha mão). Minha reação foi algo entre as situações abaixo.

Mentira, nem foi tão dramático assim 😛

Mas fiquei tão aloprada que esqueci de tirar foto, heuaheuahuehae. Passado o choque, pensei na única solução prática que me veio à mente: vitamina T esoura. Como não sou muito apegada, passei a tesoura mesmo e salvei o que sobrou do cabelinho, que está como vocês podem ver abaixo. Depois disso passei o tonalizante Ice Green, da Alta Moda Creative Crazy Colors, e fiz algumas hidratações e reconstruções.

 

Aí vocês vão me dizer “foi o descolorante?”. Nah. Usamos esse descolorante para descolorir a raiz do cabelo da minha irmã e o resultado é ótimo (assim como ficou muito bom na parte do meu cabelo que estava virgem). Mas soma aí: cabelo que já havia passado por descoloração/tinta convencional + soap cap + descoloração sem intervalo para tratar o cabelo e com descolorante que abre muitos tons? Tcharã! Crianças, não fritem seus cabelos em casa. #ficaadica

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No fim, com paciência e cuidados a gente recupera o cabelo. 😛

Até a próxima!

Crédito da foto do chiclete: pumpkinmook via Visual hunt / CC BY

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A (nada mole) arte de (tentar) cumprir metas

…também conhecida como aceitar a lady Murphy e let it go/continue a nadar.

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Siga em frente, olhe para o lado… (sim, sempre que eu puder terão referências da Carreta por aqui :P)

Como boa procrastinadora que sou, não posso ver uma meta que logo saio correndo. Não, não é na direção contrária, é na direção delas mesmo. Funciona como uma aposta: metas atuam como um excelente desafio para mim. Assim como listas. Adoro fazer lista de coisas que preciso fazer só para ter o prazer de risca-las depois aloka dos post it. Vai saber né? Cada louco com sua mania.

E é por isso que eu fiquei tão empolgada em fazer o BEDA esse ano. Escrever 31 dias seguidos foi uma coisa muito louca e eu fiquei muito feliz de conseguir conclui-lo. Só que fiquei naquele vício, naquela necessidade de fazer mais projetos similares.

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Medalha! Medalha!

E ai a loucura começou…

100 Happy Days

Setembro começou e eu ainda estava meio atordoada em relação ao Beda e animada para começar alguma coisa. Aí conheci através do blog da Nicas o 100 Happy Days. O 100 Happy Days tem uma premissa bem básica: fotografar algo que te deixou feliz no dia durante 100 dias seguidos. Num mundo com smartphones com câmeras a gente faz isso quase que involuntariamente, não é? Mas o que você precisa fazer para participar? Acessar o site http://100happydays.com, fazer seu cadastro e escolher a rede social que tu preferes para compartilhar as fotos (ou enviar por email). Simples assim. Comecei dia 23 de setembro, então vou terminar o projeto junto com 2016. \o/

E como estou me saindo? Bem…primeiro que a gênia da lâmpada aqui queria inicialmente mandar por email as fotos, mas acabou selecionando o Instagram. E não conseguiu editar depois :/ Não que eu não goste do Instagram, mas realmente não estou acostumada a postar coisas todos os dias. Mas, como meu perfil é praticamente visualizado pelo meu pai, minha irmã e meus gatos, não dá nada. Outra coisa, só tenho o instagram no tablet (meu celular é muito véio e não tenho dinheiro intenções de troca-lo), então a postagens das fotos tem um certo delay, ahaha. Entre alguns atrasos e muita foto de comida, gatos e besteiras aleatórias estamos há 22 dias sem atraso. Se quiser saber mais sobre essa zoeira é só me procurar : @ju_galak.

Inktober

Outubro começou e com ele o Inktober, um projeto lindo que eu conheci ano passado criada pelo ilustrador Jake  Parker. O projeto consiste em fazer desenhos a tinta todos os dias de outubro, usar a hashtag #inktober e postar na rede social que quiser (tem mais informações no instagram @inktober). Você pode inclusive fazer listas temáticas de desenhos. Enfim, estou há trocentos anos sem desenhar e achei uma ótima oportunidade de recomeçar. Sabe como é, na vida tudo é uma questão de treino. Esse ano tinha até feito minha lista (o alfabeto anime) e comecei direitinho. Aí tive campo a semana toda e além de  não ter internet (o que atrasou um pouco o 100 happy days) chegava o final do dia e eu só queria dormir um pouquinho. Quando vi, tinha 10 dias de desenhos atrasados. Fiquei mais triste que o Bambam por não ter feito o trapézio descendente, mas é a vida. Vou desenhando o alfabeto anime no ritmo que der.

Nanowrimo

Mas novembro promete! Novembro ninguém me segura! Porque novembro é o mês do National Novel Writing Month, o Nanowrimo. A meta é escrever um livro inteiro durante o mês de novembro, totalizando 50 mil palavras, muahauhauhauhauha! Você faz o cadastro no site http://nanowrimo.org, gerencia sua página, anuncia sua novela e escreve. O legal é que o Nanowrimo tem fóruns e você pode conversar com outras pessoas que também estejam escrevendo, além dos encontros conforme a região. Outra coisa: não precisa escrever online. Pode ser em qualquer caderninho (o que facilita muito para a pessoa aqui que se esconde no mato e encontra lebres corredoras no meio do campo). Se quiser me achar por lá, estou como JGalaschi. 😉

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Coelho Branco me representa.

E com essas histórias de campo e tudo o mais as postagens ficaram um pouco prejudicadas. Nem ler feed dos blogs que eu adoro tenho conseguido. Até a floração terminar as coisas serão mais corridas mesmo. Espero que depois as postagens sejam mais seguidas. Além disso,  trabalho de campo me deixa feliz. 🙂

Até mais!

Desculpe o transtorno…

…mas preciso falar para vocês que estou fora do ar há alguns dias (e vou ficar mais alguns) porque estou em campo acompanhando a floração das oliveiras, wheeeeee \o/

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E, claro, lá não tem sinal de internet.

Até mais!