Ghost Love Score em três versões

Olá pessoas!

Quem me conhece há mais tempo sabe que eu amo Nightwish (e quem não sabia, agora sabe :P). Bem, a banda passou por uns momentos bem agitados e de ajustes à novas vocalistas, estilo, vida universo e tudo o mais. Em 2005 após a gravação do DVD “End of an Era” Tarja Turunen tomou um toco do Tuomas pessoal do Nightwish e foi demitida da banda. Depois de lançarem seis álbuns ao lado de Tarja, foi a vez de Anette Olzon. Mas Anette durou dois álbuns e foi gongada também. Agora a atual vocalista da banda é Floor Jansen, ex-After Forever.

Bom, e porque eu estou falando tudo isso? Porque um belo dia resolvi fazer ouvir uma música que eu gosto muito chamada  “Ghost Love Score” (do álbum “Once”, de 2004) na versão original, com a Tarja. Aí pensei: e como fica na voz das outras moças? Então, se vocês tiverem paciência de me acompanhar e ouvir uma música longa três vezes seguidas…

Aviso: os comentários abaixo são opiniões pessoais. Não manjo de música tanto gostaria nem tenho intenção de ferir/ofender quem pense diferente (e convenhamos, o mundo ia ser muito chato se todo mundo pensasse exatamente da mesma forma).

Tarja Turunen

Bah, sou muito suspeita para falar, mas essa versão é demais para o meu coraçãozinho. Considero uma das melhores. Acho que porque a música foi concebida/imaginada com o vocal da Tarja, então encaixa muito bem. Fica harmônico, bom de ouvir, me deixa feliz. Lembrando que essa é a versão do End of an Era, então depois de sair do palco dona Tarja recebeu a famigerada carta (vixe). Atualmente nossa amada Tarja está em carreira solo muito bem obrigada. Quer matar as saudades dela? Olha aqui ela cantando com a culega Sharon Den Adel (poxa, tenho que falar sobre a Sharon por aqui qualquer dia desses…).

Anette Olzon

Quando Anette entrou para o Nightwish foi um fuzuê. Fãs raivosos queriam queimá-la em praça pública e outras reações mega exageradas. Quando ouvi minha primeira música do Dark Passion Play, que foi “Cadence of her last breath” eu estranhei muito. Não pela voz mas pela pegada meio new metal. Hein? Pois é. Certo, a voz dela é diferente, mas muitas músicas ficaram bonitas (como The Poem and the Pendulum e Storytime, entre outras) então ok, sem resistência à mudanças, vamos seguir o baile. Mas ouvir “Ghost Love Score” na voz dela me dói os ouvidos. Aliás, nenhuma versão ao vivo me agrada na voz da Anette (nem das músicas dos álbuns que foram gravados com ela). Bom, paciência, eu tentei.

Floor Jansen

A essa altura eu já estava com traumas (sabe como é, gato escaldado…). A entrada de Floor  e o álbum “Endless Forms of Most Beautiful” deu um fôlego novo à banda (e gente, é difícil para um biólogo não gostar de um título desses). Sim, é diferente da Tarja. Sim, é bem diferente da Anette. Mas algo nessa versão da Floor me agrada muito. Não sei se é porque ficou uma versão intermediária entre o “excessivamente lírico” da Tarja e o “ainda não tenho um termo para definir isso” da Anette. Arrisco dizer que passei a gostar mais dessa versão do que da original. Mostrando que, sim, é possível uma segunda versão de uma música tornar-se  tão boa quanto a primeira. Obrigada Floor :P.

Bom, depois dessas três versões deixo para vocês decidirem as suas preferidas.

Crédito das fotos:

Foto 1: fluffy_steve via Visualhunt / CC BY-NC-ND

Foto 2: gandalf.blanco via VisualHunt / CC BY-NC-SA

Foto 3: gothic_sanctuary via VisualHunt / CC BY-ND

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2 comentários sobre “Ghost Love Score em três versões

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