Retrospectiva 2015: séries (parte 2, a missão)

Olá pessoas! Nesse vórtice de café e panettone eu demorei a escrever essa parte 2, não é mesmo? Mas vamos à segunda parte (e final) da enxurrada de séries que assisti nesse ano de 2015.

Gotham

Gotham (temporada 1)

Infelizmente até agora só assisti a primeira temporada. E que grata surpresa essa série, mel dels. 😀 Explorar o início da carreira de Jim Gordon não poderia ter sido uma idéia melhor para conhecer o passado de Gotham. A contraposição da personalidade de Jim e seu parceiro Harvey é algo extremamente divertido de assistir e que deu muito certo. O jovem Bruce Wayne investigando a morte dos pais com a ajuda de seu fiel escudeiro Alfred também merecem destaque. Mas o melhor mesmo é assistir ao desenvolvimento de figuras como Oswald Cobblepot, Fish Mooney, Edward Nigma, Selina Kyle e tantos outros. Recomendo a todos, quero assistir a segunda temporada djá.

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Vikings (temporada 3)

Assim como The Musketeers, eu estava mais empolgada com as primeiras temporadas de Vikings. Parece que Ragnar depois de virar rei ficou meio perdidaço, hehe. Aquelas confusões em Wessex com o rei Eckbert me deixaram meio zzzzzz. Gente, e o que foi aquela história do forasteiro Harbard? Porunn chilicando por um talho na cara? Sem falar que Floki está cada dia mais pirado na batatinha e Athelstan…bem, deixa para lá. O destaque foi a batalha final em Paris (e, novamente, a sagacidade absurda de Ragnar). E o Rollo, vai aprontar de novo? Ou não? Só na quarta temporada para saber.

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Daredevil (temporada 1)

Olha o nerdflix Netflix acertando “as coisa tudo”. Demolidor foi uma das novidades mais sensacionais do ano. Depois daquele fué terrível que foi o filme, temos um Matt Murdock muito mais verossímil (que aliás, é o menino Thristan Thorn do Stardust, lembram?). Na série acompanhamos a dupla jornada de Matt em início de carreira, de dia advogado e à noite justiceiro que não tinha nem uniforme (olha como essa premissa rende boas histórias, como já visto em Gotham). É claro que os personagens que o acompanham ajudam muito nisso, como Foggy Nelson e Karen Page e a enfermeira Claire Temple (Rosario Dawson, sua linda). Somado à isso, temos um vilão de respeito como Wilson Fisk. Não tem como uma série dessas dar errado. É pegar a pipoca (ou gulodice de sua preferência), sentar em frente a tv e se divertir.

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Z Nation (temporada 1)

Se você gosta de histórias de zumbis não tem como deixar Z Nation de fora do seu currículo. Um bom apocalipse viral para ninguém botar defeito (além de ser divertido, claro). Eu poderia falar tudo de novo, mas já comentei sobre a primeira temporada aqui. A segunda temporada acabou então preciso correr para ficar em dia. 😉

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Marco Polo (temporada 1)

Não tenho como descrever o quanto gostei dessa série. Bom, eu gosto de enredos históricos, e guerras, e etc. e Marco Polo aborda tudo isso (sem falar que eu adorava as histórias quando pequena). Nessa temporada acompanhamos como o mercador veneziano acaba como cativo de Kublai Khan (neto de Gengis Khan), o grande Khan da Mongólia no século XIII, e acaba passando a ser seu conselheiro. Uma das coisas mais fascinantes nessa série, para mim, é que apesar de se passar numa época essencialmente patriarcal (e machista), ela apresenta várias personagens femininas fortes. Para quem gosta de história, batalhas e mutretas, Marco Polo é a série.

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Jessica Jones (temporada 1)

Tanto já foi falado sobre Jessica Jones em tudo quanto é mídia que parece que estou chovendo no molhado, hehe. A questão é: a série é boa e merece toda essa atenção. Não é uma série de super heróis comum, com uma personagem principal que não é das mais certinhas, com um dos piores vilões que eu já vi e, olha só, não é extremamente forte e ameaçador fisicamente como vemos por aí na maioria das vezes. Jessica Jones desconstruiu tantas coisas de tantas formas e as tornou tão reais e empáticas que me dá vontade de pegar a série inteira e dar um abraço. Uma série que a Lei de Murphy samba na sua cara. E sem falar, é claro, de David Tennant. O cara é um ás da atuação. Não existem seres mais contrastantes como o Tenth Doctor e o Kilgrave, e ele vai lá e faz. Se você quer uma série atípica, que te faça pensar sobre muitas coisas e com um show de atuação, fica a dica 😛

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Doctor Who (temporada 9)

Ai meu corassaum. Se a oitava temporada de Doctor Who serviu para apresentar o Twelfth Doctor, essa serviu para consagrá-lo. Quero mais 12 regenerações com o Capaldão. A nona temporada já começou chutando portas com Missy, Davros e Daleks de montão (você pode ler sobre isso aqui e aqui). Depois partiu para uma série de episódios maravilhosos (falei sobre alguns aqui e outros não escrevi por motivos procrastinatórios). Fomos apresentados a uma das personagens mais interessantes do Moffat: a Ashildr, ou Me (e isso que ele criou o Jack Harkness). Levamos umas bofetadas na cara mais para o final da temporada (sim, estou falando de “Face the Raven”) , mas ela encerrou com dois episódios sensacionais e…Gallifrey! Não tem mais o que falar, só assistir. Se você gosta do design interno da Tardis do First Doctor e do Twelfth tocando guitarra, essa temporada é para você.

Bueno, chega de séries por esse ano, hehe. E vocês, o que assistiram em 2015?

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3 comentários sobre “Retrospectiva 2015: séries (parte 2, a missão)

  1. Guria, essa 9 temporada foi demais 😀 E o especial de Natal? Queria era mais uma temporada inteira com a River! *_*

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