Coisas que mantiveram minha sanidade durante a redação da tese: Matanza

Bom dia, crazy people! Nessa segunda-feira chuvosa (pelo menos em Ribeirão Preto está chovendo) inauguro uma série de posts que acredito que possa ser muito útil, o “Coisas que mantiveram minha sanidade durante a redação da tese“. É, é isso aí. Eu, pelo menos, não consigo fazer uma coisa só, sem ter umas quantas outras simultâneas. Não consigo ficar sem ler alguma coisa diferente, assistir algo, ouvir música. O trabalho simplesmente não rende. E como diria Jack Torrance: “Muito trabalho e pouca diversão faz de Jack um cara bobão”.

Bem nessas...
Bem nessas…

Bueno, então vamos ao que interessa: matanza Matanza!

Sim, dentre as bandas que eu ouvi enquanto estava escrevendo, nenhuma teve um efeito tão catártico quanto o Matanza. Comecei a ouvir a banda lá por 2003, quando lançaram na MTV o videoclipe de “Pé na Porta e Soco na Cara”.

Mas a música deles que me conquistou mesmo foi “Ela roubou meu caminhão”. Ain, é tão linda e animada 😛
Desde então sempre que possível ia aos shows deles em Porto Alegre bater cabeça e ser feliz, aheuahuehauhe.  É uma coisinha pouco animada, sabe….
O Matanza foi formado em 1996 (viu ó, demorei pra descobri-los), no Rio de Janeiro. Seu primeiro cd, “Santa Madre Cassino”, foi lançado em 2001, e tem como faixas de sucesso a já citada “Ela Roubou meu Caminhão” e a faixa título. Em 2003 (quando comecei a ouvir) foi lançado o “Músicas para Beber e Brigar”, disco MUITO bom, com Interceptor V6, Bom é quando faz mal, O Último Bar, entre outros. Em 2005 foi lançado o “To Hell With Johnny Cash”, apenas com covers do próprio. Em 2006 foi lançado “A Arte do Insulto”, um dos discos que mais tenho ouvido atualmente (com A Arte do Insulto, Clube dos Canalhas, O Chamado do Bar, Meio Psicopata, Eu Não Gosto de Ninguém, ih….é tanta música). Depois em 2008 sai o primeiro álbum ao vivo, “MTV Apresenta Matanza”. Os últimos álbuns foram lançados em 2011 e 2012, “Odiosa Natureza Humana” e “Thunder Dope”, respectivamente. Sou suspeita pra falar da banda. Gosto muito dessa sonzera meio hardcore, meio country. Sem falar nas letras, criativas e divertidíssimas (para a minha alma de bacon, claro). E a parte de catarse? Seguinte: Música para quando tu está querendo xingar alguém e não pode:
Música para aquele dia que tu não quer enxergar ninguém na frente:
E claro, a musiquinha para o happy hour de sexta-feira:
Hardcore é vida, hardcore é amor, e uma excelente semana de bateção de cabeça para vocês 😀 Até o próximo post! 😉

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