Continuando a série videogames e aproveitando para comentar sobre personagens femininos…

julho 6, 2009 at 5:16 pm (Games) (, , , )

Aproveitando a postagem da dona Galak sobre o acordo de paz com os videogames continuo a escrever sobre o assunto assaz deveras pertinente. Eu não precisei fazer as pazes com estas máquinas, que se tornam quase um vício psicológico, pois nunca entrei em guerra com elas…tenho me envolvido com vários jogos desde os primeiros Final Fantasy do SNES, Street Figthers, Samurais Shodow, Chrono Trigger, Sunset Riders (meu Deus que nostalgia suprema)

Tela Inicial (Iuuuuupyyyyyy *BANG*)

Tela Inicial (Iuuuuupyyyyyy *BANG*)

emuladores de Game Boy DS e várias outras listas de plataformas e

Minha frase preferida...

Minha frase preferida...

jogos que não é meu objetivo enumerar aqui. Atualmente tenho um N64 aposentado que só não passo adiante por causa de Zelda The  Ocarina of Time (que na verdade nunca soube porque os jogos da série Zelda se chamavam Zelda, dado que, a princesa mal aparecia e o Link que sempre se ralava, nesse a coisa não é diferente mas o que mais me chama atenção é a princesa ter assumido um disfarce tomboy muito legal pois o Sheik é um personagem forte e marcante. Mas quando ele revela sua verdadeira identidade tudo desmorona e aquele estilo “princesa gritona por favor me salve” vem a tona. QUE RAIVA!!!)

Note Zelda e Sheik são a mesma pessoa...

Note Zelda e Sheik são a mesma pessoa...

Eu me pergunto: Porque personagens femininos nos videogames são tão podres? Jogabilidade podre? Frescura ao extremo? Pois as raras vezes que acho personagens femininos eles (elas) viram meus idolos. O mundo dos games não é feito de mulheres fortes com boa jogabilidade (infelizmente). Quero citar um exemplo recente: estou jogando Haunting Ground para PS2: a história de uma menina que sofre um acidente de carro, perde seus pais e acaba

Fiona (a histérica) e Hewie (meu herói canino)

Fiona (a histérica) e Hewie (meu herói canino)

acordando em uma mansão, digamos um pouco bizarra e macabra. O jogo todo é do tipo clique, descubra e explore e vários mistérios vão sendo revelados a medida que se avança, mas o que me deixou extremamente irritada é o fato  da menina entrar em pânico com os “habitantes” do castelo (no momento um jardineiro parecido com o Slot que tenta te agarrar). A medida que o pânico aumenta tu vai perdendo o controle sobre a personagem, teu batimento cardíaco acelera e se não achares um bom lugar para se esconder você acaba sendo morta de maneira brutal. Bom, só isso??? O fato é que a personagem não faz nada para se defender (o máximo que ela tem é um pastor alemão branco que acaba valendo alguma coisa na arte de afugentar aberrações)…mais uma vez adorei o jogo mas sem sombra de dúvida mulheres são frágeis, gritonas e saem correndo a esmo quando o pânico se apossessa delas. QUE RAIVA!!!!!! Acabei descobrindo porque nunca me afeiçoei a personagens do sexo feminino…isso remonta há decádas de decepção…e descobri porque gosto tanto de ter um companheiro animal

Galford e Puppy

Galford e Puppy

zanzando por perto tanto no video-game quanto no RPG e quanto na vida real. Por isso eu sempre jogava Samurai Shodown com o Galford ehehehehehe.

Mas o ponto não é esse: mulheres, meninas, senhoras, senhoritas ainda luto por uma tendência heróica e forte da nossa parte. Chega de lágrimas e resmungos, vamos empunhar a espada longa e enfrentar o dragão ou nazgul (ou o que quiser que seja)…

Era isso…

By Mahanarva

Link Permanente 11 Comentários

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.